domingo, 1 de abril de 2012

Capítulo 17

Gente, peço 283664483774 desculpas por postar só agora, mas cada vez minha vida tá mais corrida e nem sempre que eu tenho tempo pra entrar no laptop, eu tô disponível pra escrever. Espero que entendam, pois o capítulo ficou MUITO pequeno e MUITO chato, mas espero que os próximos venham melhores. Se não disse ainda, to tentando finalizar esse no capítulo 25 e começar um novo, mas de outros famosos (isso não quer dizer que eu não ame o Greyson). Obrigado pela compreensão de alguns e aqui está:

Cap. 17 Reencontrando


     Abri meus olhos.
     Quando você acorda, o normal seria enxergar primeiramente o teto, ou uma parede. Quem sabe um móvel, talvez uma janela, mas eu enxerguei uma fila de carros estacionados na rua, enquanto um gato pegava impulso para pular de um telhado para outro.
     - Greyson acorda! – Sacudi o garoto que estava deitado ao meu lado. – Greyson! Psiu! GREYSON! – Berrei e ele deu um pulo.
     - O que foi? – Perguntou com os olhos arregalados.
     - Estamos no telhado! – Disse pausadamente e ele olhou em volta.
     - Então vamos descer ué. – Ele disse calmo e eu o fitei.
     - Greyson, que horas são? – Perguntei e ele olhou o relógio.
     - São 7h50min – ele disse normalmente e depois voltou com seu olhar novamente para o relógio. – SÃO 7h50min! – Gritou em seguida e eu suspirei. – Estamos atrasados!
     - Jura? – Ironizei e ele riu.
     - Bora chata. – Ele disse me ajudando a escorregar telha a baixo até a calha.
     - Vai embora, porque já basta minha mãe perguntar onde eu estava, e se ela te ver vai pensar besteira – disse finalmente pisando no piso do meu quarto. Greyson assentiu e assim que se encostou à árvore que o ajudara a subir, deu meia volta e me puxou pela nuca ao seu encontro.
     Seus lábios como sempre me preenchiam e parecia que tudo em volta havia sumido, ou apenas não queria interromper aquele momento. Nos tocávamos e mil sentimentos percorriam nossos corpos, sentimentos bons. Era como se o mau não existisse no mundo, e que o lugar que ele preenchera fora ocupado pelo nosso amor.
     Senti meu corpo colidir com a parede, mas isso não interrompeu aquele momento. Cada vez mais estávamos mais apaixonados, e por pura ironia do destino ou seja o que fosse, o gesso me fez escorregar e cair na cama. Isso também não foi motivo para acabarmos com aquele momento e a cada segundo parecia que precisávamos mais um do outro.
     Greyson me beijava com cuidado e cada movimento também era cauteloso. Ele puxava cuidadosamente meus cabelos e eu dava mordidinhas leves em seus lábios. Nos sentamos, um de frente pro outro e minhas pernas envolviam a cintura dele. Aquele momento, se quisesse, poderia durar para o resto de nossas vidas que eu não me importaria. Na verdade, eu ficaria completa para o resto da minha vida, mas um barulho alto fez nossos lábios serem separados a força e, assim como eu, Greyson dar um pulo para fora da cama.
     - Corre! – Sussurrei para o mesmo que já se pendurava em um galho da árvore que ficava praticamente colada com a minha sacada.
     - Finalmente te achei! Onde você estava? – Minha mãe disparou assim que me viu.
     - Ah... no telhado – disse com um sorriso amarelo e ela fez uma careta.
     - Depois converso com você. Agora se arruma rápido que você já está atrasada – disse e em seguida, virou de costas e saiu em direção à porta.

                                                            ----------------------

     - AMIGAAAAAA! – Jane gritou assim que viu.
     - Acho que sou eu – brinquei olhando para os lados.
     - Tenho uma ótima notícia! Tipo, Ó-TI-MA!
     - A cantina resolveu trocar batata palha por batata frita? – brinquei fazendo minha amiga rir enquanto negava com a cabeça
     - Gregory Benson mudou de escola – ela disse com um sorriso gigante estampado no rosto enquanto acompanhava outro sorriso se formar, mas agora no meu rosto.
     - Sério? – perguntei sem acreditar e ela assentiu.
     - O pai dele veio aqui hoje e armou um barraco na escola. Segundo fontes nada confiáveis, o Greg levou outra suspensão por ter confrontado três alunos e o pai dele veio aqui pessoalmente tirar satisfações com a diretora. Como ela se recusou a tirar a suspensão, o Greg foi transferido.
     - Oi meu amor – alguém me abraçara por trás e só foi necessário virar um pouco a cabeça para que meus lábios tocassem o dele.
     - Grey, tenho uma notícia fodástica – disse e ele deu um meio sorriso. – O Greg foi transferido – completei.
     - Fala pessoas estranhas que vivem comigo – Michael acabara de chegar e foi logo ao encontro de Jane.
     - Mimi, o Greg f...
     - Transferido, eu sei – Michael nos surpreendeu. – TOM CHEGA AÍ! – Ele berrou e em segundos Tom estava cumprimentando todos.
     - Já sabem que o Greg foi transferido? – Tom perguntou e nós rimos da cara que Michael fez.
     - A fofoca corre aqui nessa escola – disse e Jane riu.
     PIIIIIIIII!
     - Sinal, que marravilha! – Michael brincou com o sotaque. – Simbora cambada!
     Caminhamos pela aquela escola enquanto muitos nos olhavam curiosos. Talvez tenha sido por estarmos ausente por algum tempo, ou simplesmente por sermos legais. É, a primeira opção.
     - Todo mundo sentado enquanto entrego os testes – a professora de matemática disse em alto e claro tom de voz enquanto a turma brigava por um lugar cada vez mais no fundo da sala. – EEEI! SENTADOS AGORA! – Berrou e todos olharam assustados para ela. Escolhemos nossos lugares e em instantes a prova enfeitava nossa mesa.
     - Boa sorte! – Sussurrou Michael para Jane que sorriu boba.
     - Acho que a senhorita Collin e o senhor Fox preferem fazer a prova na sala da diretora – indagou a professora e eles se entreolharam confusos.
     - Ah... desculpe – Jane se desculpou e todos voltaram a fazer o teste que, na verdade, parecia mais uma prova pra alguma escola fundada por Eisten.
     Boa sorte para nós.

                                                            ----------------------

     - Aquela sanguessuga da professora quis sugar o nosso cérebro com esse teste – declarou Tom assim que despencamos no chão perto da quadra.
     - Ela não deve ser casada, então passa o tempo bolando planos pra torturar os alunos – Greyson disse e todos riram.
     - Tom, bem que você podia... – Michael foi interrompido.
     - Podia nada! Eu não vou dar em cima da professora! – Retrucou Tom com os olhos arregalados.
     - Mas você é o único solteiro aqui – explicou-se Michael e Tom riu irônico.
     - Obrigado por me lembrar – Tom desviou o olhar para os alunos que corriam na quadra e nós rimos.
     - Mas então, vai ou não rolar a ida pro Brasil? – perguntei animada.
     - Descola a verba que nós vai – Michael disse e Jane o fitou.
     - Você precisa de aulas de português, sério. Namorado meu não pode ficar falando como um pirralho sem cultura do morro fala – Jane disse e todos seguraram o riso.
     - Eu nunca reclamei dos quatro quilos de maquiagem que você passa, então não reclama do meu modo de falar!
     - Ah, então você acha exagerado é?
     - Sim, eu acho e... – Interrompi Michael.
     - Gente, chegou já né? – disse e eles me olharam ofendidos. – Então, vamos ou não? – retomei a pergunta.
     - Por mim vamos até hoje – Greyson brincou e eu dei um selinho nele.
     - Alá! Já começou a pegação – brincou Tom e eu ri entre o beijo descolando meus lábios dos do Greyson.
     - Eu necessito ir – Jane disse.
     - Por mim tudo bem – falou Tom.
     - Se a Janezinha vai, eu vou – Michael disse e nós nos entreolhamos.
     - Vocês não estavam brigando agora mesmo? – Greyson tirou a pergunta da ponta da minha língua.
     - Ah... estávamos? – Jane disse duvidosa e em seguida riu junto com Michael grudando seus lábios.

1 MÊS DEPOIS

     - RÁPIDO JANE, ESTAMOS ATRASADAS! – Gritei para Jane que praticamente rolava escada a baixo com sua mala nem um pouco grande.
     - CALMA FILHA, EU SOU UMA PESSOA, NÃO UM JUMENTO!
     - TOOOOM, CHAMA O MICHAEL QUE O GREYSON JÁ TÁ AQUI FORA! – Gritei novamente e em instantes ouvi um grito que poderia quebrar, além de todos os vidros do mundo, a Camada de Ozônio.
     - MICHAEL, JÁ TÁ BOM DE COMIDA! VAMOS LOGO! – Gritou Tom e em seguida apareceu um Michael cheio de sacolas que continham biscoitos, sanduíches, salgadinhos e latas de refrigerante.
     - Eu tenho pena do seu estômago – indaguei fazendo ele me dar língua.
     Entramos todos em um mesmo táxi, dando, é claro, excesso de passageiros e partimos para o aeroporto.
     Nossos pais se encontravam no táxi atrás do nosso, e assim que chegamos, conseguimos ver lágrima nos olhos deles.
     - Filha, eu já liguei pro seu pai e está tudo certo, mas, por favor, me liga quando chegar – disse minha mãe enquanto me abraçava forte na sala de embarque.
     - Pode deixar mãe – sorri. – Te amo – completei e fui me despedir dos outros.
     Passado vinte minutos de muitas lágrimas, conseguimos entrar finalmente no avião.
     - Eu sento com a (seunome)! – Jane logo avisou dando um pulo em direção a poltrona vazia do meu lado.
     - Ok, nós estamos bem aqui – Michael fez uma cena básica e em seguida sentou entre Greyson e Tom que brigavam por uma revista com palavras cruzadas.
     - PARA VOCÊS DOIS! – Michael gritou e uma senhora de idade, na poltrona a frente de Tom fez o sinal que indica silêncio. – Ah... desculpa.
     - To sem sono – sussurrei para Jane depois de duas horas de voo.
     - Quer conversar?
     - Não, quero plantar milho – fui irônica. – Claro que eu quero conversar.
     - Você, sempre fofa – brincou Jane me fazendo rir.
     - Amiga, você percebeu como a Lauren mudou depois que o Greg saiu da escola?
     - Ah... deveria? – Jane me encarou confusa e eu suspirei.
     - Antes ela chegava toda falsa e meiga pra gente, já agora ela só anda com aquela tal de Victoria.
     - Pelo menos ela parou de armar coisas pra cima de você – Jane disse enquanto folheava uma revista de fofocas.
     - Não acho que ela tenha parado definitivamente. Além do mais, o Greg saiu da nossa escola, não de Los Angeles – disse e ela me encarou com os olhos arregalados.
     - Você acha que eles podem estar se encontrando? – Jane perguntou assustada e eu assenti.
     - Quase certeza – disse e ela encostou a cabeça no meu ombro. – Já volto – sussurrei e me levantei em seguida.
     O corredor entre as poltronas era um pouco estreito, e eu não sei bem se foi ironia do destino ou apenas um acidente, mas eu estava sentada no colo de um garoto que, se me permitem dizer, era realmente lindo.
     - Ah, desculpa – disse sem graça sem ao menos fazer força pra levantar. Parecia que tudo havia parado, congelado ou seja o que fosse, enquanto eu mirava dois grandes olhos verdes que eram familiares. – Cody?
     - (Seunome)! – disse ele com um sorrido imenso no rosto me fazendo dar um pulo. – Você... aqui... Brasil... ã?
     - “Ô digo eu! O que você tá fazendo aqui? – disse abrindo um sorriso gigantesco no meu rosto.
     - Peguei escala – ele disse com os olhos brilhando. – Quem bom te ver outra vez! – sorrindo disse e eu retribui o sorriso.
     - E a Alli? Cadê? – perguntei e ele apontou para a primeira poltrona.
     - Ali – disse e eu caminhei para onde Cody apontara.
     O motivo pelo qual eu não tinha visto os dois eram simples: todos que vieram comigo estavam em uma das últimas cadeiras, e, como o avião era imenso, dificultou reconhecer alguém ali a meio de tantas pessoas andando para lá e pra cá na hora da escala.
     - Parece que você não sentiu minha falta – sussurrei no ouvido de uma menina loira que, ao e encarar, percebi que não era Alli. – Ah, desculpa disse em graça e esbarrei em algo logo atrás.
     - NÃO ACREDITO! – a pessoa gritou e eu reconheci ser Alli. – SUA IDIOTA, COMO ASSIM VOCÊ AQUI? AI BARANGA, QUE SAUDADES! – a mesma me abraçou com tal força que meu fígado poderia ser posto pra fora naquele instante.
     - Também amiga – a abracei novamente. – Mas me conta, estão indo para o Brasil? – perguntei animada e ela me encarou.
     - Não, vamos ser arremessados no mar – ela foi irônica me fazendo rir. – Que estado você tá indo? Ah, e você tá com quem?
     - Michael, Jane, Tom e Greyson. Vamos pro Rio de Janeiro – disse e vi seus olhos brilharem como nunca.
     - CARALHO! – ela berrou e todos a encararam. – Que foi? Nunca viram uma pessoa falar caralho não? – ela disse em alto e claro tom fazendo todos se entreolharem. – Gente doida – ela sussurrou e eu ri.
     - Então você e seu irmão vão para o Rio também?
     - Vamos passar o feriado lá. Disseram que é a melhor festa do mund...
     - ALLI! – Michael gritou e ela pulou em cima dele fazendo Jane a encarar feio assim que se desvencilhou de Michael.
     - JANE! QUE SAUDADES! – Alli a abraçou forte a fazendo soltar um grande sorriso.
     - ALLI! – Cody gritou de braços abertos fazendo todos rirem.
     - Palhaço – ela disse e, no mesmo instante, recebeu um abraço inesperado de alguém que a cutucara. – PORRA TONTOM, QUE SUSTO! – Ela gritou e novamente todos a encararam.
     - Ok, então vou voltar lá pra trás – ele fez cena e ela a abraçou sorrindo.
     - Que saudades que eu tava de vocês! – Alli disse e ouvimos um pigarro.
     - Vocês poderiam se sentar, por favor? Estão tumultuando - uma senhora de cabelos grisalhos disse e a reconhecemos como aeromoça.
     - Dá não tia – Alli foi irônica e todos seguraram a risada enquanto iam em direção as cadeiras onde eu me encontrava a minutos atrás.
     - Liga não, ele só dorme – disse assim que percebi que Alli encarava Greyson praticamente desmaiado na poltrona.
     - GREYSON! – ela gritou, mas nada aconteceu. – ISSO É UM ASSALTO, MÃOS PARA O ALTO! – Tentou novamente e nada. – CARAMBA, É O VOCALISTA DO COLDPLAY? – ela gritou novamente e Greyson deu um pulo.
     - O Q... ALLI SUA... SUA... QUE SAUDADES! – ele a abraçou a fazendo rir.
     - Fala rodapé de formiga – Cody cumprimentou Greyson que deu um tapa um pouco forte demais nas costas do amigo.
     - O que vocês tão fazendo aqui? – Greyson perguntou.
     Sentamo-nos nas poucas poltronas disponíveis que havia ali e com muito entusiasmo explicamos o que era preciso explicar e combinamos planos futuros para enfim nosso carnaval ser incrível.

6 comentários:

  1. Aii ficou lindo ameei espero ter mais logo em breve Beijoos

    ResponderExcluir
  2. AWNNNNN AMEI LINDONA <3 OLHA, QUERO LOGO O PROXIMO CAPITULO E PF, NAO PARA NO 25 NAO =( A JULIA QUIS PARAR MAS VC NAO DEIXOU RUMMMM U_U E SEM FALAR QUE ESSE É PERFEITO

    ResponderExcluir
  3. - MILENA! – Julia gritou, mas nada aconteceu. – VOCÊ TEM QUE CONTINUAR LOGO SE NÃO VOU TE BATER COM A VASSOURA! – Julia Tentou novamente e nada. – CARAMBA, É O QUIQUITO FAT? – Julia gritou novamente e Milena deu um pulo.
    --------------------------------*---------------------------*-----
    Se você não continuar logo você está sujeita a uma multa de 50 vassouradas Julia não brinca 2bj/ da colhama pra bodanta

    ResponderExcluir
  4. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK BRIGADO GENTE, SUAS LINDAS

    ResponderExcluir
  5. Continuaaaaaaaaaaaaaa , ficou muito lindo ! Não demore para postar o outro capitulo ! Eu fico roendo as unhas que nem tenho mais de tanta espera !

    ResponderExcluir
  6. momentos mais da (seu nome) e o greyson quente n sei seria otimo hehe

    ResponderExcluir

Comenta coisa linda?